12.10.06


À boca do proscénio faço uma vénia e retiro-me de cena.
Acabou a farsa sem apupos nem aplausos.

4 comentários:

Teresa David disse...

Obrigada pela sua visita.
Vim visitár o seu blog e gostei do que vi, tanto nas palavras como nas imagens. Fico cliente, pronto!
Bjs
TD

Teresa Durães disse...

sr. cuco, já o vi duas vezes hoje a voar....

hum....

qual farsa acabou? deixe adivinhar...

hum... não era farsa... se é o que penso....

entre raiva e raivinhas (lembra-se?) a palavra está entre estas duas.

compreensível, claro. mas está entre as duas (se é o que penso).

boa noite (já agora, um dos blogs...)

saltimbanco disse...

Vim pelo Cidade Sitiada e encontrei aqui um poema muito bom.

Espero que´essa não seja uma saída definitiva.

Volto para ter a certeza de que não.

Um outro olhar disse...

existe sempre um fim
às vezes não gostamos de o ver ou de o sentir

:)