20.4.06

Adolfo Rocha



O distinto médico Adolfo Rocha andou pela minha serra e dela fez poesia.
Na imagem, o mobilário do seu consultório.
Falta dizer o nome com que assinou a sua obra literária (embora seja, de todo, desnecessário...) :
Miguel Torga!
.....

"Quem faz o que pode, faz o que deve" - disse

7 comentários:

125_azul disse...

E era tão bom se ao menos todos fizessem o que podem! Bom fim de semana.

Teresa Durães disse...

Requiem por mim
(Coimbra, 10 de Dezembro de 1993)

Aproxima-se o fim.
E tenho pena de acabar assim,
Em vez de natureza consumada,
Ruína humana.
Inválido do corpo
E tolhido da alma.
Morto em todos os órgãos e sentidos.
Longo foi o caminho e desmedidos
Os sonhos que nele tive.
Mas ninguém vive
Contra as leis do destino.
E o destino não quis
Que eu me cumprisse como porfiei,
E caísse de pé, num desafio.
Rio feliz a ir de encontro ao mar
Desaguar,
E, em largo oceano, eternizar
O seu esplendor torrencial de rio.

Um outro olhar disse...

fez bem andar...deixou lá o seu rasto...

para além disso deixou um outro rasto esse localizado em várias estantes e prateleiras de escolas, bibliotecas, livrarias e nas casa de cada um...

a sua passagem por esta terra e a "outra terra" valeu a pena

:)

Serenidade disse...

passei por cá!
grande homem!

aquele beijo.

Paixao disse...

Estou agora a ler o "para sempre" do nosso otorrinolaringologista. Médicos escritores são forçosamente uma inspiração para uma aspirante a tal profissão. Beijinho!

Isabel-F. disse...

um dos meus escritores preferidos...

leste a "Criação do Mundo"???

vale a pena...

e...já agora...passa no meu sítio e deixa a tua opinião...

hoje...que é um dia que nos marcou a todos...

Bjs

Teresa Durães disse...

noc noc... is there anybody out there?