12.2.12

A voz do bispo

D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas, veio acentuar o descontentamento da tropa, o que me parece lógico neste tempo de  cortes e cintos apertados.
A família militar tem (mais) uma voz a abanar as consciências dos políticos, mas o povo não acredita  numa revolução, muito menos numa "guerra" entre as partes, governo e soldados, sem tiros, talvez com cravos, e, se for assim, basta um "golpe de estado", como aconteceu em abril de 1974, para lavar as afrontas de agora: "em casa onde não há pão..."

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