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2 de julho de 2023

"Oriente Eterno"

...memória de nós, "Os Metralhas" - vénia aos que se adiantaram na viagem para o desconhecido no Oriente Eterno .
Santarém, 2 de julho de 2012
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"O "Eterno Oriente" é uma expressão que se refere a uma conceção tradicional das culturas orientais, principalmente asiáticas, em que a região oriental é associada a ideias de longevidade, sabedoria e espiritualidade. A noção de "eterno" implica que essas qualidades são inerentes e perduram ao longo do tempo.
Em muitas culturas orientais, como a chinesa e a japonesa, o leste é considerado a direção sagrada associada ao amanhecer, ao renascimento e à iluminação espiritual. O sol nascente é um símbolo importante nessas culturas e representa o início de um novo dia e esperança.
O conceito de "Oriente Eterno" também pode evocar ideias de continuidade cultural e tradição em contraste com as rápidas transformações e mudanças do Ocidente. Algumas práticas e filosofias orientais, como o taoísmo e o budismo, enfatizam a conexão com o eterno e a busca pela transcendência.
Em suma: o termo "Eterno Oriente" encapsula a perceção das culturas orientais como portadoras de sabedoria antiga e uma conexão com o espiritual que é considerada duradoura e transcendente ao longo do tempo".- ChatGPT


14 de junho de 2023

A "viagem" do Guilherme

O Guilherme, um dos meus “irmãos”, “viajou para parte incerta”.

Uma viagem sem retorno…
- Fisicamente sem retorno.

Foi ontem, depois de um tempo de angústia da família e dos amigos mais próximos.
O Guilherme é uma das minhas memórias mais antigas, dos tempos da escola primária…
O Guilherme é uma das minhas memórias recentes, dos tempos em que fizemos parte dos corpos sociais da Filarmónica Barrilense...

Nesta viagem sem retorno, o Guilherme irá cruzar-se com outros “irmãos”.
- Dá por mim um abraço ao Zé Manel Nobre, ao Tó Simões, aos “Manhosos” -  a todos os que encontrares.

O abraço que te deixo é enorme – do “tamanho do tempo” que medeia o nosso futuro encontro.
Um dia…
À “Manela”, tua companheira de uma vida, uma flor e um beijinho no seu coração.

*
- O Guilherme era um rapaz alto, forte e corajoso.
- O Guilherme, um dia, 
(éramos crianças), durante algum tempo, trouxe-me às “cavalitas” quando as minhas forças de menino fraquejaram a caminho de casa depois da festa de Santa Eufémia.

Que tempos aqueles, Guilherme!
- Por isso somos  irmãos...