9 de outubro de 2012

Compagnon de route de Asterix

Do 5 de Outubro para cá, tenho andado numa roda viva, entre Paris e o meu sítio plantado na margem direita do rio Alva. Pesquiso, informo-me junto de "bruxas e adivinhos", e  apresento-me nos cafés ( já não existem  tascas  do tinto ao quartilho...)  como provocador da palavra; os clientes, atentos,  dizem que "está tudo de pernas para o ar" - voilá : era aqui que  queria chegar!
De pernas para o ar esteve por largos minutos  a Bandeira  de Portugal, não o país, que anda confuso com  os açoites no rabiosque - castigo maior para quem tem o "melhor povo do mundo". Palavra de ministro - quem sou eu para o desdizer? Pelo contrário: "voto" no miminho da frase. 
A Bandeira de pernas para o ar, pensei eu (porque "penso-rápido e bem"!) talvez fosse um sinal de mudança, protagonizado  "pelo retornado" imberbe rei Sebastião, sedento de glória noutros tempos, agora vingativo nos sonhos, mas não, deixemo-nos de lérias,  isso é falso - garantem os meus parceiros das filosofias "minis", sagres  ou super bock, tanto faz.
Pela data  no calendário, alinho as letras  pelas pontas dos dedos no "Asus K50IJ" a 9 de Outubro, quando chegaram  pelo correio as  sábias deduções da Maga Patalógica e  Madame Mim - as únicas que aceitaram o desafio de esmiuçarem os esconsos  mentais do engenheiro Sócrates,  compagnon de route de Asterix. A quatro mãos, escrevem elas, a Maga e a Madame Mim, que o antigo primeiro ministro de Portugal, graças à poção mágica do druida Panoramix "interiorizou"  novos poderes, a ponto de, ao melhor estilo de  um qualquer fantasma, virar qualquer coisa de pernas para o ar - como um governo, por exemplo. Para começar, ficou-se pela bandeira...

13 de julho de 2012

Agora, a consciência...

O Ministro Relvas, a propósito da trapalhada em que está enrolado, ao jeito de rolo de papel higiénico, vai dizendo que está de consciência tranquila. Consciência é coisa que o cidadão Relvas não tem; possivelmente, refere-se a outra coisinha miúda, que nada tem a ver com a consciência "...faculdade de avaliação ética dos seus atos..." que é uma coisa enorme, do tamanho da consciência de um impoluto.

3 de julho de 2012

Uma rapidinha (licenciatura) à Relvas

"Uma licenciatura de três anos realizada em apenas um. O caso da licenciatura de Miguel Relvas em Ciência Política e Relações Internacionais na Universidade Lusófona é hoje notícia em vários jornais..."

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/o-caso-da-brevissima-licenciatura-de-relvas=f737264#ixzz1zaXnoLvY

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"Tou todo contente",  ou mais do que isso: "contentérrimo" com a notícia da rapidinha  (licenciatura) do senhor Relvas. A notícia é "bué da boa" cá "pro pessoal" - todo o pessoal, mas mais mais "pros" seguidores e amigos do ex primeiro ministro, de quem se  falou "cobras e lagartos". 
O  pessoal sabe que Sócrates não era um qualquer santinho de ermida, mas este cavalheiro Relvas, ganha-lhe aos pontos, isto é: se ambos fossem atletas  da bola no cesto, o homem da rapidinha (licenciatura) dava uma cabazada, principalmente nos "afundanços" no cesto, e nos triplos era um ver se te havias!
Lembro-me de "uma coisa" que João Villaret dizia, por acaso bem dita  ( "pro" meu gosto de menino de coro, carago!);  se bem "ma lembra" chama-se "Procissão". Tem um final que reza assim: " ...Na nossa aldeia que Deus a proteja!  / Já passou a procissão"!
Passou não, "minino Relvinha", viu?

12 de maio de 2012

Miradouro da "esperança"


Vou puxar a brasa à minha sardinha, com vossa licença…
Inaugurado em 1992 pelo então Secretário de Estado da Agricultura, Álvaro Amaro, o “Miradouro da Esperança” continua a desempenhar a missão para que foi construído: suster uma inestética barreira, sita na rua principal do meu sítio. Como lhe acrescentaram um passadiço com proteção física, mais ou menos a três quartos da altura, batizaram- no de mirante, sinal de que dali se descortina horizonte suficiente para saciar a vista, o que não corresponde à verdade. Digamos que tem as “vistas curtas” para o outro lado da rua, para cima, para baixo e para o alto…
Nunca questionei os autores da ideia sobre o pomposo título; os senhores desse tempo, no meu sítio, lá saberão da sua importância nacional, a ponto de merecer a honra presencial de um membro do Governo na hora de cortar a fita. Adiante – importa a obra que alindou o espaço, e o resto pertence às manigâncias político-partidárias –, nada a acrescentar perante a evidência da pompa e circunstância da inauguração, a que associo um pouco da “Procissão” de António Lopes Ribeiro, poema magistralmente interpretado por João Villaret:: “…Na nossa aldeia, que Deus a proteja, já passou a procissão…”!
Nesse recuado ano, os anseios de alguns dos meus conterrâneos manifestaram-se através da construção de um paredão e do vocábulo esperança! Certamente profetizaram renovado futuro, e nada melhor do que a rigidez do betão para exprimirem, simbolicamente, sentimentos e desejos legítimos. Infelizmente, a aldeia desertifica-se de ano para ano e não se adivinham tempos de fartura. Essa “esperança” evaporou-se…
Por cá, no meu sítio, há casas reconstruídas por quem se apaixonou pela terra, e muitas, imensas casas decrépitas – retrato em sépia de uma realidade confrangedora. O “meu” rio, que agora transborda, no estio abandona-se no leito, mal se espreguiça, e deixou de ser a grande atração turística pela ausência de caudal capaz de arrastar toda a espécie de porcaria para bem longe das margens. Junta-se ao Mondego perto de Penacova e perde a identidade a caminho do mar. Hoje fui visitá-lo de perto – assusta o turbilhão das águas revoltas.
No “coração” da aldeia, a última filial dos Grandes Armazéns do Chiado morre devagar, e o mesmo acontece ao palacete da família Nunes dos Santos, fundadores dos célebres armazéns consumidos pelo fogo em 1988.
E pronto, disse, basta por hoje, mas continuo pensativo e insisto na dúvida: sempre gostaria de saber se alguém já lobrigou do “miradouro” algum tipo de esperança….
(Adaptado da croniqueta com o mesmo título, publicada no "Correio da Beira Serra"  em Fevereiro de 2009)

24 de março de 2012

"Atirei o pau ao gato to - to / mas o gato to-to não morreu..."

Professora benfiquista muda 'Atirei o Pau no Gato' e gera polémica



"A inocente cantiga Atirei o Pau no Gato se transformou em mais um capítulo da acirrada rivalidade entre Porto e Benfica. A polêmica aconteceu em uma escola infantil de Ericeira, 35 km ao noroeste de Lisboa, em Portugal. Pai de uma menina de 4 anos, o encarregado de educação Eduardo Mendes apresentou queixa formal ao Ministério de Educação do país contra o estabelecimento por exaltar o Benfica em música adaptada para ser cantada pelas crianças.
Segundo a Agência Lusa, que teve acesso ao protesto, o trecho "Vai-te embora pulga maldita/batata frita/viva o Benfica" foi encaixado à música, cantada várias vezes ao dia na escola. O fato indignou Mendes, que se classificou como um torcedor "não muito fervoroso" do Porto.
Na queixa, o pai alega que tal influência compromete o respeito pela diferença, individualidade e civismo, lembrando que "a escola deve ser um espaço onde nem política, nem religião, nem clubismos desportivos devem ser alimentados".
"O fato causou indignação ao próprio Porto, que publicou uma nota nesta quinta-feira saudando o "civismo" do torcedor e classificando, de acordo com o clube, o ativismo das escolas públicas aos feitos pelos aiatolás aos adeptos do islamismo, dizendo que o estabelecimento era uma madrassa -que ensina valores do Islã.
O FC Porto saúda o civismo do pai e condena este proselitismo feito em escolas públicas, que em vez de ensinarem os valores da liberdade de escolha, ou de opinião, preferem ser uma espécie de "ayatollahs"(sic) das suas próprias preferências", opinou o Porto, que classificou os profissionais da escola como "fascistas".
Procurado, o diretor das escolas de Ericeira, Alfredo Carvalho, preferiu não se pronunciar. Mendes afirma que chegou a falar com a professora da filha antes de fazer a queixa ao Ministério da Educação, ao perceber que a prática ocorria desde o início do ano letivo. Mas teria obtido apenas um "quem está mal, muda de escola", além da justificativa de que das 15 crianças da sala da filha, apenas duas não torcem para o Benfica.
Por conta dos desdobramentos, Eduardo Mendes já cogita a possibilidade de mudar a filha de escola".
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Surripiado daqui:

12 de fevereiro de 2012

A voz do bispo

D. Januário Torgal, bispo das Forças Armadas, veio acentuar o descontentamento da tropa, o que me parece lógico neste tempo de  cortes e cintos apertados.
A família militar tem (mais) uma voz a abanar as consciências dos políticos, mas o povo não acredita  numa revolução, muito menos numa "guerra" entre as partes, governo e soldados, sem tiros, talvez com cravos, e, se for assim, basta um "golpe de estado", como aconteceu em abril de 1974, para lavar as afrontas de agora: "em casa onde não há pão..."

21 de janeiro de 2012

O senhor Álvaro

O senhor Álvaro, delicado no gosto, escolheu o pastel de Belém para afirmar sem pompa o seu (dele) contributo para o enriquecimento do país pela via do pastel. De Ministro pouco visto, num ápice popularizou a sua imagem, não por obra de vulto, mas pela ideia luminosa de transformar a doce iguaria num símbolo nacional, capaz de ombrear fora de portas com o vinho do Porto…
O senhor Álvaro foi sincero nas palavras quando sugeriu o pastel para embaixador do que de melhor (e mais doce!) se produz por cá. Desconheço se existe confraria que represente a especialidade nos altos graus da doçaria; se estiver constituída, o senhor Álvaro deve ser entronizado num dos próximos capítulos…
O senhor Álvaro, não tarda, vai ter seguidores na ideia; depois do pastel, alguns doces conventuais devem estar à espreita de outro Ministro com ideias doces e preocupado com a situação económica do país, embora esteja em crer que o mais certo é surgir no horizonte uma ou outra confraria com sugestão mais robusta – da Chanfana ao Bucho, sem esquecer o Bacalhau, existem “ mais do que muitas” associações constituídas por gente de bons costumes, os “confrades”, que se manifestam sem segredos e vestem fardamentos de estilo – capaz de guerrear o mercado internacional.
O senhor Álvaro, um dia, vai ter direito a estátua junto aos Jerónimos, em Belém, e o governo que estiver em funções irá decretar “O Dia do Pastel”, 12 de Janeiro, feriado nacional, mesmo que seja necessário desistir de outra data histórica…
Se formos a votos, decido-me, pela “Feijoada à Transmontana” !

7 de janeiro de 2012

“Que República”

 A Biblioteca Alberto Martins de Carvalho, em Coja, teve lotação esgotada na primeira Tertúlia do “Ciclo de Tertúlias Fernando Vale”, da responsabilidade da Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista, que trouxe à “Princesa do Alva” gente de muito saber: Amadeu Carvalho Homem, Luís Parreirão e Manuel da Costa.
“Que República” foi o tema escolhido para juntar as pessoas ao serão – coisa rara por aqui, sobretudo numa noite fria de sexta feira…
Se o tema é inesgotável, nunca se cansa quem porfia na lembrança de Fernando Vale, como salientou o seu filho Mário, secundado pelos restantes oradores, para quem a figura deste ilustre “Aristocrata da Esquerda” (…), nas palavras de Torga, foi “…Matusalém sem idade, e teve tempo para ser no mundo a imagem paradigmática do jovem irreverente, do bom chefe de família, do amigo leal, do médico devotado, do político isento, do governante capaz, do cidadão exemplar…”
 - Se Fernando Vale fosse vivo, o serão teria prolongamento garantido na sua casa em Santa Clara, do outro lado do rio - lembrou, saudoso, Manuel da Costa...
Fico nas palavras do "Manel":
- A mim, Fernando Vale faz-me muita falta...

27 de dezembro de 2011

Equilibrios

A "Praça da Alegria", na RTP 1, acaba de apresentar um equilibrista notável - disse o locutor do circo onde  o artista se apresenta diariamente. 
Equilíbrio sobre rolos ou sobre uma esfera, como se viu, parece, de facto, difícil; o risco de um trambolhão é real, mas a "Praça", se quiser aumentar as audiências, basta convidar qualquer português comum - todos somos artistas "talentosos" na arte  de  equilibrar as finanças, a própria vida, enfim...

18 de dezembro de 2011

"Honi soit qui mal y pense"

                                  Imagem retirada do blog 
          "O sítio dos desenhos",com a devida vénia

O Primeiro Ministro, simpático e altruísta, sugeriu aos professores desempregados uma solução que nada tem de inédita, por isso não admira que, mais cedo ou mais tarde, os docentes demandem o Brasil ou iniciem uma aventura num local remoto dos países de África onde o português é língua oficial.
O "tuga" sempre procurou outras paragens em busca da fortuna. Por norma, o nosso emigrante, assimila com facilidade os hábitos e costumes dos outros povos, e se a vida lhe corre de feição fica no país adoptivo por longo tempo. A “proposta”, de facto, não tem nada de extraordinário – ou terá?
Segundos os Censos, somos" muitos": 10.555.853! É preciso cortar, reduzir, eliminar!
- Para os mais velhos, o Serviço Nacional de Saúde “dá” uma ajuda!
- Para os excedentários na plenitude das suas forças, o Ministro dos Negócios Estrangeiros certamente “dará” um empurrão!
Passos Coelho não sabe o que o futuro lhe reserva, talvez se mantenha no poder por meio século, ou emigre, como fez o seu antecessor e outros de ”boa memória” (António Guterres e José Manuel Barroso).
Marcelo Caetano “também emigrou” para o Brasil…

16 de dezembro de 2011

Como pagar a dívida rapidamente

Li a intervenção do deputado socialista Pedro Nuno Santos durante um jantar e, confesso, fiquei perplexo com o uso de alguns termos linguísticos, quase sempre ditos no aconchego de uma “conversa em família” e não assim, aos microfones, e perante largas dezenas de pessoas, simpatizantes ou não do Partido Socialista. Depois, voltei à leitura da mesma matéria num outro jornal, onde a introdução do artigo fez alguma luz sobre o estar, ou não, “de joelhos” perante os senhores que nos emprestaram mãos cheias de“trocados”, que havemos de devolver com juros altos, claro…
O deputado Pedro pode ter sido “bruto” e politicamente incorrecto, mas provou que não é tolo; por certo os seus argumentos estavam “pesados” e pensados, atravessados no gorgomilo, e o momento foi o que considerou ideal para entrar no compêndio das estórias das coisas simples, isto é, “marimbou-se” em cuidar das palavras, foi direito ao assunto, como a gente do povo faz quando entende que tem a razão do seu lado, como agora.
Outro texto sobre o mesmo tema tem a assinatura de Daniel de Oliveira e está na página on line do Expresso (http://aeiou.expresso.pt/-escandalo-um-deputado-nao-esta-de-joelhos=f694701). Vale a pena ler – eu li e gostei!
Para remate de croniqueta sem pretensões, como ando “feliz da vida”, adianto uma ideia libertina, que o Governo pode aproveitar como sua: que tal vender o país a retalho? Querem melhor solução para liquidar rapidamente o empréstimo da troika?
Faço anúncio, desde já, que sou legítimo proprietário de uma parcela de terreno com bons acessos; precisava rentabilizar “aquilo” – vendo a pronto!

12 de dezembro de 2011

Chá de tília

Quando se toma "chá desde pequenino", não se chamam nomes feios às pessoas, muito menos aos chefes, do Governo e/ou outros de quem dependemos para respirar um pouco de tranquilidade cívica (leiam, por favor: mais Justiça, menos taxas  no S.N.S., mais segurança de pessoas e bens, etc, etc...), daí ficar entre o calado  e o silêncio das palavras neste  Natal...
Passos, Relvas e outros cavalheiros do mesmo grau e qualidade, certamente hão-de fazer chegar ao povo que somos as "boas festas" da praxe. Por mim, dispenso o cinismo com enfeites de arrogância. 

8 de dezembro de 2011

Greve geral às doenças

"Não tarda, haverá guerra de "tiros" um pouco por todo o lado..."
Mais palavra menos palavra, ouvi um sujeito do alto sua cátedra vaticinar o breve futuro nestes termos. 
Uns afiançam  que, depois,  a paz será mais prolongada no tempo; outros vão mais longe e afirmam que a Europa JÁ ESTÁ em guerra - falta carregar nos botões de uma "qualquer consola" reservada para o efeito. Quando um louco endoidar, isso é certo! Sobre a paz que há-de vir, quem ficar por cá, dirá...
Em Portugal, estou em  crer que não será necessário chegar a este extremo. Tiros? Não, aumentam-se os custos com  a saúde e basta: não há tiro mais certeiro! Há que reduzir, cortar, eliminar -  o resto é questão de tempo, seremos menos...
 "Morrer assim", NÃO - este é o momento certo para "decretar"  greve geral às doenças! Se aderirmos em força, os hospitais deixam de ter clientes, os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar idem aspas aspas. O Governo - este Governo! - sofrerá na pele a saúde  de todos nós, acabará por adoecer de raiva e morrerá! Lágrimas, só as das carpideiras profissionais...



25 de novembro de 2011

Negócio de ocasião - pago a pronto

PEQUENAS E CURTAS PARA ENTENDEDORES DAS CRISES - HÁ QUE POUPAR NAS LETRAS

1 - O  diário Correio da Manhã de hoje publicita  em trinta e seis - 36 -  páginas a venda de  imóveis e outros bens em Execução Fiscal...
2 - Como desconheço o custo de cada página, liberto-me da responsabilidade da conta de multiplicar... 
3 -Sendo certas as dificuldades económicas da Imprensa escrita, um "caderno " com esta avalanche de  anúncios é um balão de oxigénio para  a empresa que detém a propriedade do jornal...
4 - Tenho as minhas dúvidas se há clientes para os produtos que as Finanças colocaram no mercado...
5 - E se não aparecerem interessados nas licitações?. ..
6 - É possível as Finanças  venderem ao desbarato?
7 - As feiras  são um excelente chamariz para os "bons negócios"...
8 - As Finanças, se calhar, preferem  a "Feira da Ladra" ou a de Carcavelos, em detrimento da do "Mont'Alto", em Arganil  - para que se saiba, realiza-se à quinta feira...
9 - Estou comprador de um dos bens  em leilão (qualquer coisa, desde que esteja na garantia...)... pelo preço simbólico de um cêntimo - negócio de ocasião, pago a pronto!
10 - ... Por volta do meio dia, quinta vou à feira.

21 de novembro de 2011

A solução está "ao virar da esquina"

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Com tanta "incompetência" à vista,  não é de admirar que  se recorde  Alves dos Reis



Não é minha intenção contribuir para o aumento da tristeza do povo que somos, pelo contrário: entre o sorriso amarelecido e o gargalhar, que tal acreditar na inspiração das mentes maquiavélicas seguidoras do "guru" Alves dos Reis? Convenço-me de que a solução para a crise do dinheiro (que não temos!) está "ao virar da esquina" - anda por aí gente esperta e inteligente que bem pode ficar na História...


Sei de um sujeito com "jogo de cintura" para um pé de dança, a solo ou no enleio de outros braços, não importa o ritmo, e que bem podia fazer parte da casta dos iluminados na arte da vigarice. Quis o destino a modéstia dos pequenos feitos que lhe são creditados, o que é pena, por não permitir “…calar uma emoção tão salutar como a inveja, que é o desejo de estar melhor (e não necessariamente o desejo de o outro estar pior), leva a quê? Ao sufoco, à castração emocional…” - segundo a opinião do escritor Rui Zink.


Para o tal sujeito, Duarte Lima é uma "pedra no sapato" porque cometeu grandes feitos, definitivamente fica na História, o tal sujeito não fará parte dela, da História... mas tem (terá!) estórias para contar! Por mim, que sou "puro de pensamentos", coloco-o num pedestal, ao mesmo nível do mediático Duarte Lima, embora lhe retire o nome na estatueta , fica anonimamente conhecido - é quanto basta para as honrarias dos iluminados da casta a que pertencem.


Com tanta "incompetência" à vista, não é de admirar que se recorde Alves dos Reis...


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LER AQUI:

18 de novembro de 2011

Y no creo em brujas...

Segui de muito perto  as notícias sobre a detenção do dr  Duarte Lima e ouvi com atenção  os pormenores sobre a negociata de uns terrenos, lá para os lados de Oeiras... 
Qualquer semelhança com outras estórias conhecidas por aqui é pura coincidência - e mais não digo, porque a raiva que me atormentou o "estômago" durante o dia inteiro não é boa conselheira para quem tem a mania de desenhar palavras com letras de forma (ou outras!); por isso, dou de barato as conversas de café  sobre a existência, ou não, de "bruxas". Como dizem os espanhóis,y no creo em brujas, pero que las hay, las hay !






15 de novembro de 2011

Trovadores

São dois, os trovadores.O de cor amarela, sem raça definida,  veio comigo do "Ritual Bar",  onde  participava nas "cantigas ao desafio"  com o "Pavarotti" de boa memória; o  outro, um  "ágata",  mal acorda, afina a "voz"  para o concerto que dura até ao anoitecer. E há flores no jardim interior porque não sei viver sem elas!

12 de novembro de 2011

Por favor, não me tirem o "meu feriado"

Para o ano, quem é de trabalho, terá mais uns dias para mostrar as suas aptidões. Sabe-se que está na forja  uma negociata para retirar do calendário  quatro  feriados! 
A Igreja Católica tem alguns "para a troca" e fez saber que sim senhor, deixa cair dois, se o Governo fizer o mesmo; quer dizer: os feriados civis “têm” dono, por isso… faça-se a vontade de quem mais ordena (não, não é o povo, isso é coisa do PREC…) e retirem-se da circulação, por exemplo, dois dos feriados que não "fazem falta nenhuma": 1 de Dezembro e 25 de Abril. Assim, como assim, alguém está interessado em festejar revoluções e outras datas parecidas, como o 5 de Outubro? “Tou” a brincar, claro, estas três memórias são marcos importantes da nossa História, DEVEM continuar a merecer festa  rija!
No que à Igreja diz respeito, alguns são intocáveis,claro; deixo um apelo a quem tem  a decisão na ponta da caneta: por favor, não me tirem o "meu feriado", 1 de Novembro, “Dia de Todos os Santos” – é o único em que me “revejo”…

8 de novembro de 2011

Saiu-me na rifa o dia em que nasci



Ontem, dia sete, saiu-me na rifa o dia em que nasci. Não digo em que ano... porque perdi a memória, não me lembro...


Lembro, isso sim, as dezenas de pessoas que neste dia marcaram presença através de simples mensagens e/ ou lembranças, algumas comoventes - as pessoas fizeram parte da minha vida durante quase uma década, e as lembranças são para a vida inteira!


Vieram os ritualistas em peso, e eu gostei de os ver chegar. O RITUAL BAR foi o aconchego de um gostar diferente, como as palavras que alinho, daí que a mensagem de parabéns deixada pela Raquel Silva tenha o significado de "um amor perfeito" pela poesia das palavras que identificam os diferentes cocktails, inventados e servidos - todos eles! - com dedicatória; como perdi a memória, não me lembro... de quem mereceu tais privilégios...


Possivelmente, o RITUAL BAR foi o melhor local para outros aconchegos: música, poesia, exposições de pintura e artesanato, além das palavras, muitas e excelentes palavras: debates de ideias e estórias sem fim!


Agora, de forma singela, é minha intenção prestar homenagem à "família ritualista" através das palavras da Raquel :


"Saudades... Saudades de beber Saudades,Ternura, Amor Perfeito (sem canela), Quinas e os batidos com gelados sem esquecer as Tostas Misticas... Saudades das conversas da música e dos livros, das sessões de poesia...e do jambé... enfim... Saudades...".


Com uma "lágrima ao canto do olho" e o coração a bater mais apressado, fico por aqui num abraço - o abraço é apertado quanto baste...

Aos amigos do "depois" do RITUAL BAR, gratidão maior por partilharem comigo a atenção dos afectos...