27.10.12

Relvas com (des) honras no "Expresso"

"Relvas teve equivalência a cadeiras que não existiam... " - primeira página do  Expresso"

Depois de (mais) esta notícia, o homem continua a dormir com a consciência tranquila ( se é que a tem...)?
... E não lhe vai acontecer nada de nada? Nem um puxão de orelhas? Nem uns açoites no rabo por ser mentiroso?
...E vai continuar a  (des) governar o país?
Ainda que eu seja  um "minúsculo" cidadão, no conceito de quem se  marimba para os portugueses que sobrevivem  de cabeça erguida para cá dos montes, afivelo a minha raiva numa careta de desprezo por este tipo de  gentalha de "grande porte" institucional.  Numa noite de breu,  é de fugir desta corja  a "sete pés" - como canta o Zeca!

9.10.12

Compagnon de route de Asterix

Do 5 de Outubro para cá, tenho andado numa roda viva, entre Paris e o meu sítio plantado na margem direita do rio Alva. Pesquiso, informo-me junto de "bruxas e adivinhos", e  apresento-me nos cafés ( já não existem  tascas  do tinto ao quartilho...)  como provocador da palavra; os clientes, atentos,  dizem que "está tudo de pernas para o ar" - voilá : era aqui que  queria chegar!
De pernas para o ar esteve por largos minutos  a Bandeira  de Portugal, não o país, que anda confuso com  os açoites no rabiosque - castigo maior para quem tem o "melhor povo do mundo". Palavra de ministro - quem sou eu para o desdizer? Pelo contrário: "voto" no miminho da frase. 
A Bandeira de pernas para o ar, pensei eu (porque "penso-rápido e bem"!) talvez fosse um sinal de mudança, protagonizado  "pelo retornado" imberbe rei Sebastião, sedento de glória noutros tempos, agora vingativo nos sonhos, mas não, deixemo-nos de lérias,  isso é falso - garantem os meus parceiros das filosofias "minis", sagres  ou super bock, tanto faz.
Pela data  no calendário, alinho as letras  pelas pontas dos dedos no "Asus K50IJ" a 9 de Outubro, quando chegaram  pelo correio as  sábias deduções da Maga Patalógica e  Madame Mim - as únicas que aceitaram o desafio de esmiuçarem os esconsos  mentais do engenheiro Sócrates,  compagnon de route de Asterix. A quatro mãos, escrevem elas, a Maga e a Madame Mim, que o antigo primeiro ministro de Portugal, graças à poção mágica do druida Panoramix "interiorizou"  novos poderes, a ponto de, ao melhor estilo de  um qualquer fantasma, virar qualquer coisa de pernas para o ar - como um governo, por exemplo. Para começar, ficou-se pela bandeira...