27.12.11

Equilibrios

A "Praça da Alegria", na RTP 1, acaba de apresentar um equilibrista notável - disse o locutor do circo onde  o artista se apresenta diariamente. 
Equilíbrio sobre rolos ou sobre uma esfera, como se viu, parece, de facto, difícil; o risco de um trambolhão é real, mas a "Praça", se quiser aumentar as audiências, basta convidar qualquer português comum - todos somos artistas "talentosos" na arte  de  equilibrar as finanças, a própria vida, enfim...

18.12.11

"Honi soit qui mal y pense"

                                  Imagem retirada do blog 
          "O sítio dos desenhos",com a devida vénia

O Primeiro Ministro, simpático e altruísta, sugeriu aos professores desempregados uma solução que nada tem de inédita, por isso não admira que, mais cedo ou mais tarde, os docentes demandem o Brasil ou iniciem uma aventura num local remoto dos países de África onde o português é língua oficial.
O "tuga" sempre procurou outras paragens em busca da fortuna. Por norma, o nosso emigrante, assimila com facilidade os hábitos e costumes dos outros povos, e se a vida lhe corre de feição fica no país adoptivo por longo tempo. A “proposta”, de facto, não tem nada de extraordinário – ou terá?
Segundos os Censos, somos" muitos": 10.555.853! É preciso cortar, reduzir, eliminar!
- Para os mais velhos, o Serviço Nacional de Saúde “dá” uma ajuda!
- Para os excedentários na plenitude das suas forças, o Ministro dos Negócios Estrangeiros certamente “dará” um empurrão!
Passos Coelho não sabe o que o futuro lhe reserva, talvez se mantenha no poder por meio século, ou emigre, como fez o seu antecessor e outros de ”boa memória” (António Guterres e José Manuel Barroso).
Marcelo Caetano “também emigrou” para o Brasil…

16.12.11

Como pagar a dívida rapidamente

Li a intervenção do deputado socialista Pedro Nuno Santos durante um jantar e, confesso, fiquei perplexo com o uso de alguns termos linguísticos, quase sempre ditos no aconchego de uma “conversa em família” e não assim, aos microfones, e perante largas dezenas de pessoas, simpatizantes ou não do Partido Socialista. Depois, voltei à leitura da mesma matéria num outro jornal, onde a introdução do artigo fez alguma luz sobre o estar, ou não, “de joelhos” perante os senhores que nos emprestaram mãos cheias de“trocados”, que havemos de devolver com juros altos, claro…
O deputado Pedro pode ter sido “bruto” e politicamente incorrecto, mas provou que não é tolo; por certo os seus argumentos estavam “pesados” e pensados, atravessados no gorgomilo, e o momento foi o que considerou ideal para entrar no compêndio das estórias das coisas simples, isto é, “marimbou-se” em cuidar das palavras, foi direito ao assunto, como a gente do povo faz quando entende que tem a razão do seu lado, como agora.
Outro texto sobre o mesmo tema tem a assinatura de Daniel de Oliveira e está na página on line do Expresso (http://aeiou.expresso.pt/-escandalo-um-deputado-nao-esta-de-joelhos=f694701). Vale a pena ler – eu li e gostei!
Para remate de croniqueta sem pretensões, como ando “feliz da vida”, adianto uma ideia libertina, que o Governo pode aproveitar como sua: que tal vender o país a retalho? Querem melhor solução para liquidar rapidamente o empréstimo da troika?
Faço anúncio, desde já, que sou legítimo proprietário de uma parcela de terreno com bons acessos; precisava rentabilizar “aquilo” – vendo a pronto!

12.12.11

Chá de tília

Quando se toma "chá desde pequenino", não se chamam nomes feios às pessoas, muito menos aos chefes, do Governo e/ou outros de quem dependemos para respirar um pouco de tranquilidade cívica (leiam, por favor: mais Justiça, menos taxas  no S.N.S., mais segurança de pessoas e bens, etc, etc...), daí ficar entre o calado  e o silêncio das palavras neste  Natal...
Passos, Relvas e outros cavalheiros do mesmo grau e qualidade, certamente hão-de fazer chegar ao povo que somos as "boas festas" da praxe. Por mim, dispenso o cinismo com enfeites de arrogância. 

9.12.11

8.12.11

Greve geral às doenças

"Não tarda, haverá guerra de "tiros" um pouco por todo o lado..."
Mais palavra menos palavra, ouvi um sujeito do alto sua cátedra vaticinar o breve futuro nestes termos. 
Uns afiançam  que, depois,  a paz será mais prolongada no tempo; outros vão mais longe e afirmam que a Europa JÁ ESTÁ em guerra - falta carregar nos botões de uma "qualquer consola" reservada para o efeito. Quando um louco endoidar, isso é certo! Sobre a paz que há-de vir, quem ficar por cá, dirá...
Em Portugal, estou em  crer que não será necessário chegar a este extremo. Tiros? Não, aumentam-se os custos com  a saúde e basta: não há tiro mais certeiro! Há que reduzir, cortar, eliminar -  o resto é questão de tempo, seremos menos...
 "Morrer assim", NÃO - este é o momento certo para "decretar"  greve geral às doenças! Se aderirmos em força, os hospitais deixam de ter clientes, os médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar idem aspas aspas. O Governo - este Governo! - sofrerá na pele a saúde  de todos nós, acabará por adoecer de raiva e morrerá! Lágrimas, só as das carpideiras profissionais...